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Usiminas
é a segunda empresa do País em patentes
Superada apenas pela Petrobras – com 1.100 –, a Usiminas é
a segunda empresa do País em número de pedidos de patentes.
Entre 1992 e 2008, a Usiminas entrou com 600 pedidos de patentes junto ao
Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI).
Os dados incluem as patentes solicitadas pela Usina de Cubatão e fazem parte de um estudo realizado pela Prospectiva Consultoria, que catalogou os pedidos de um grupo de dez empresas nacionais. Depois da Usiminas, estão a Vale, com 365, e a CSN, com 344, respectivamente.
Os dados da pesquisa demonstram que os investimentos das empresas brasileiras em inovação se dão principalmente nas áreas de petróleo, metalurgia e máquinas e equipamentos. Tanto é que pretende ampliar seus investimentos no setor, com foco nos mercados de energia eólica, óleo e gás e construção civil. A Usiminas também reforçará os estudos para promover a eficiência energética do aço, reduzindo seu peso, por exemplo.
A área de Pesquisa e Inovação da Usiminas foi reestruturada no ano passado, com a criação de uma diretoria específica. A nova estrutura unificou os processos que aconteciam de forma dispersa pelos diversos departamentos e pelas outras empresas do grupo. Além disso, concentrou sob responsabilidade da Diretoria de Pesquisa e Inovação três atividades: transferência de tecnologia, gestão do conhecimento e da inovação, e pesquisa e desenvolvimento.
O Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Usiminas (CDP), localizado na Usina de Ipatinga (MG), é considerado um centro de referência na pesquisa e desenvolvimento de tecnologias de produção e aplicação de aços em âmbito latino-americano. "O CPD da Usiminas é o mais bem equipado do País e o que tem mais profissionais dedicados em tempo integral à pesquisa", ressalta o diretor de Pesquisa e Inovação da Usiminas, Darcton Policarpo Damião.
O
CPD da Usiminas é o único do Brasil a simular, por meio de linhas-piloto,
as fases do processo produtivo de aço, desde a coqueria (local onde
o carvão é transformado em coque) até o laminador (última
etapa da fabricação de chapas grossas). As equipes da Usiminas
também atuam em estudos sobre novas aplicações e novos
tipos de aço, melhorias nos processos produtivos da usina, seleção
e implementação de novas tecnologias e em avaliações
laboratoriais (de produtos, insumos e resíduos). Alinhada à
tendência de customização do aço, a unidade também
atende demandas de clientes que buscam adaptar os tipos de aço às
características e aplicações específicas de seus
produtos, como as montadoras de automóveis.
Fonte: Boletim Usinagem - Brasil